1° Meeting Simmetria Orofacial Harmonization In Science

1° Meeting Simmetria Orofacial Harmonization In Science

Novos tempos, novos desafios, novas oportunidades e sempre procurando contribuir e aprimorar com a nossa maravilhosa Odontologia.

Atualmente, observamos uma ênfase dada na saúde bucal e na estética facial. Sendo assim, a melhora na qualidade de vida é requisito sinequa non ao tratarmos nossos pacientes.

Portanto, ter a possibilidade de modificar positivamente uma face, um sorriso ou uma dentição é uma prerrogativa para poucos. Ter a oportunidade de fazer essa tríade é apenas para privilegiados. Tornar as pessoas mais belas é deixá-las mais aptas para alcançar os seus desejos, ou, pelo menos, facilitar a obtenção dos seus anseios através do equilíbrio estético e funcional da faceutilizando-se dos procedimentos da Harmonização Orofacial. (Antonio Celória – Diretor Científico – Revista Simmetria)

Partindo desse princípio, é que realizaremos em paralelo em 3º Congresso Internacional Ortho Science, o 1º Meeting Simmetria. Contamos com sua participação. Vagas Limitadas.

 

Pré-Congresso Orthoscience 2020

Pré-Congresso Orthoscience 2020

No dia 01º de Abril de 2020, teremos 8hs de informações valiosas para sua prática diária com Prof. Marcos Janson.
Tema: “Mais do que nunca, o resultado está em suas mãos…”
Local: Associação Medica Do Parana
Informações e inscrições: (41) 3081.4052 ou editoraplena@editoraplena.com.br
Vagas limitadas.

Marcos Janson
Especialista e Mestre em Ortodontia pela FOB USP Bauru;
Autor dos livros: Ortodontia em Adultos, Ortodontia Objetiva e Insights em Ortodontia.

Ortoplena – Mini Residência em Ortodontia – Aulas teóricas e demonstrativas para especialista – Curitiba/PR 2020

Ortoplena – Mini Residência em Ortodontia – Aulas teóricas e demonstrativas para especialista – Curitiba/PR 2020

Reunimos grandes nomes da Ortodontia em um curso feito para você Ortodontista. Visando atualização e aperfeiçoamento clínico na prática e técnicas atuais com aulas teóricas e demonstrativas. Não perca essa oportunidade, venha fazer parte deste grupo e comece 2020 na frente! Garanta sua vaga ainda hoje.
Informações e inscrições: (41) 3081.4052 ou acesse: https://bit.ly/2kGZY4G

Os desafios do tratamento odontológico e da manutenção da saúde bucal

Os desafios do tratamento odontológico e da manutenção da saúde bucal
A doença de Parkinson (DP) é uma degeneração do Sistema Nervoso Central crônica e progressiva, resultante da redução da quantidade de neurônios pigmentados na substância negra. É caracterizada essencialmente por sintomas motores e tem evolução lenta e progressiva com curso inexorável. A DP geralmente acomete indivíduos entre a sexta e a sétima décadas de vida e atinge cerca de 1% da população acima de 65 anos.
Do ponto de vista da saúde bucal do paciente com DP, uma preocupação fundamental é a higiene. À medida que a doença progride, o paciente perde a capacidade de realizar com precisão os movimentos da escovação e a tarefa tem que assumida pelo cuidador ou familiar. A frequência de visitas ao cirurgião-dentista deve aumentar e cabe ao CD não só manter a higiene, mas também acompanhar os trabalhos existentes na boca do paciente e tratar as novas doenças bucais.
Quanto ao tratamento, a primeira providência é garantir a acessibilidade dos pacientes, que apresentam dificuldades para caminhar e manter o equilíbrio. Escadas, pisos irregulares, tapetes escorregadios e mobiliários baixos podem ser obstáculos intransponíveis e representar risco real. Os banheiros têm que ser adaptados com barras e outros itens de segurança.
Alguns pacientes com DP apresentam tremor da mandíbula e cabeça e movimentos involuntários de membros superiores e inferiores, que inviabilizariam a realização dos procedimentos odontológicos. Nestas situações, o CD deve se valer de técnicas de estabilização com o auxílio de itens como rolos e blocos de espuma, faixas e colares cervicais.
Nos casos de rigidez muscular na face, os CDs podem usar abridores de boca e técnicas de relaxamento facial e devem orientar o paciente a buscar o suporte de fonoaudiólogos e acupunturistas. Quanto à rigidez na nuca, os CDs podem utilizar almofadas e rolos de espuma para a acomodação da cabeça.
Além dos aspectos físicos, os CDs devem trabalhar o lado emocional do paciente com DP. A incapacidade progressiva de realizar tarefas cotidianas simples afeta com frequência a autoestima do paciente e os quadros de depressão são comuns. O CD deve prestar a sua contribuição em valorizar o ser humano de uma forma geral e em particular no tocante à saúde e estética da boca e dos dentes.
Com relação ao atendimento no âmbito do Sistema Único de Saúde, Maria Lucia Zarvos Varellis, que é professora da Uninove e autora do livro Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais – Manual Prático, ressalta que é possível tratar os pacientes com DP nas unidades básicas, o que evitaria de sobrecarregar a atenção secundária nos centros de especialidades odontológicas (CEOs).
“Os cirurgiões-dentistas das unidades de atenção básica do SUS têm condições de atender adequadamente a pacientes com Parkinson, principalmente aqueles no estágio inicial da doença. Na verdade, todo cirurgião-dentista deve ampliar seus conhecimentos por meio de leituras e se qualificar para atender estes pacientes. Não muda a Odontologia e sim a forma como ela é realizada,” afirma Maria Lucia.
“O CFO tem um compromisso com a universalização dos serviços odontológicos no país. Todos os brasileiros têm o direito de ter acesso aos serviços e temos que olhar com atenção redobrada para os pacientes com necessidades especiais,” complementa Juliano do Vale, presidente do CFO.
Fonte: CFO

Aparelho ortodôntico mal colocado pode levar à perda dos dentes

Aparelho ortodôntico mal colocado pode levar à perda dos dentes
As consequências também podem levar a problemas nas articulações e outras dores. Tratamento deve ser sempre realizado por um especialista
Quando decidiu colocar aparelho nos dentes, há dezessete anos, o microempresário Anselmo Pauluk, de 36 anos, não fazia ideia de que o tratamento resultaria em problemas sérios. Escolheu uma clínica popular ao ouvir diversas propagandas no rádio e, no início, não suspeitou de nada. Sem fazer nenhum exame prévio, funcionários – que não tinham o diploma de dentistas, ele descobriria depois – aplicaram os brackets que prometiam um sorriso perfeito em pouco tempo. Não foi o que o ocorreu.
“O tempo passou e não percebi resultado. Muito pelo contrário, o tratamento afetava o meu sono e sentia fortes dores na mandíbula. Até hoje tenho o hábito de mastigar de um lado só por causa dos erros”, conta. Após três anos, Pauluk abandonou a clínica e somente há um ano teve coragem de recomeçar um tratamento – desta vez com um profissional de confiança. “Não confiava em mais ninguém.”
O professor Fábio Rodrigo Dias, de 38 anos, não deixou a situação chegar a um nível extremo. Apenas três meses de um tratamento suspeito o fizeram ficar alerta, principalmente pelo fato de que a cada mês uma pessoa diferente o atendia. “Ninguém me explicava nada, só desconversavam. Eu sentia muitas dores, não era normal”, conta.
As histórias de Anselmo e de Fábio não são incomuns. Segundo o presidente da Associação Paranaense de Ortodontia e Ortopedia Facial (APRO), Mauricio Accorsi, diversas clínicas atraem os pacientes com ofertas interessantes, como a aplicação gratuita do aparelho, mas não são confiáveis. Os responsáveis pelos tratamentos, muitas vezes, seriam auxiliares técnicos e não ortodontistas. “É muito fácil colar as peças nos dentes e trocar as borrachinhas coloridas. O desafio é saber realizar um diagnóstico corretamente e o profissional é responsável por isso. Tem gente que perde os dentes por conta desses erros”, diz. Problemas articulares, dores nas mandíbulas e agravamento da estética são outras consequências.
Atitudes suspeitas
Antes de iniciar um tratamento ortodôntico, é preciso prestar atenção em alguns detalhes. Accorsi dá alguns exemplos:
Consulta rápida. Fique de olho se a primeira consulta com o ortodontista durar pouco tempo. Segundo Accorsi, o profissional precisa conversar calmamente com o paciente, explicando ponto a ponto como será feito o tratamento. Este é o momento de tirar todas as dúvidas com o especialista, e isso pode levar até uma hora.
Colocação do aparelho na primeira consulta. Alerta vermelho: para montar o aparelho, o ortodontista precisa realizar um diagnóstico detalhado, que inclui a realização de exames (radiografias, molde, fotografia do rosto e da arcada dentária) e uma conversa extensa com o paciente. Não há como realizar tudo isso em poucos minutos e em seguida partir para a montagem.
Um profissional diferente a cada mês. O tratamento ortodôntico deve ser acompanhado por um único profissional, pois é ele quem tem conhecimento sobre o histórico do paciente. O papel do auxiliar é exatamente este: ajudar o ortodontista em algumas funções, mas nunca mexer no aparelho.
Dúvidas não esclarecidas. O paciente tem o direito de perguntar tudo a respeito do tratamento e é dever do especialista explicar todas as dúvidas. Suspeite se o profissional desconversar e não esclarecer o que você quer saber.
Existe data certa para concluir o tratamento?
Os especialistas afirmam que a média é em torno de dois a dois anos e meio, porém esse período pode ser bem maior. Cada caso é único e algumas variáveis podem influenciar no tempo total que o indivíduo vai usar o aparelho. O planejamento do profissional, a dificuldade do caso e até o modelo do aparelho aumentam ou diminuem o tratamento.
Fonte: Saúde e Bem-Estar – Gazeta do Povo

Vacinação contra HPV pode reduzir o risco de infecções orais que causam câncer de boca

Vacinação contra HPV pode reduzir o risco de infecções orais que causam câncer de boca
Um estudo realizado nos Estados Unidos constatou que a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) pode ajudar a reduzir infecções orais que causam câncer da boca e da garganta em 88%. No entanto, o impacto real da vacina em infecções de HPV oral permanece baixo, devido à fraca taxa de captação no país, principalmente no sexo masculino. A pesquisa é o primeiro grande estudo a explorar o possível impacto da vacina em infecções de HPV oral.
A autora sênior do estudo Profa. Maura Gillison, da University of Texas MD Anderson Cancer Center, disse que, apesar de as taxas de cânceres orais causados por HPV continuarem a subir a cada ano nos EUA, particularmente entre os homens, nenhum ensaio clínico tinha avaliado o potencial de uso da vacina contra o HPV para a prevenção de infecções de HPV oral que poderia levar ao câncer. “Dada à ausência de padrão-ouro, dados dos ensaios clínicos, investigamos se a vacina HPV tem tido um impacto sobre infecções de HPV oral em jovens adultos na América”.
Utilizando os dados da National Health and Nutrition Examination Survey, o estudo examinou os registros de auto-relato de 2,627 jovens adultos com idade entre 18 e 33 anos, durante o período de 2011 a 2014 e comparados a aqueles que receberam uma ou mais doses da vacina de HPV com aqueles que não tinham. Incidindo sobre a prevalência de HPV16, 18, 6 e 11 – os quatro tipos abrangidos pelo HPV antes de 2016 – amostras de bochechos orais coletadas por instalações móveis de saúde foram testadas para o vírus no laboratório da Gillison.
De acordo com os resultados, cepas de HPV investigadas foram encontradas em muito menos pessoas que tinham recebido vacina, demonstrando um menor risco em 88 por cento. No momento da coleta de dados, cerca de 18,3% de jovens adultos nos Estados Unidos relataram receber uma ou mais doses de vacina antes de 26 anos de idade, com vacinas mais comumente em mulheres do que em homens (29,2 versus 6,9%).
“Quando comparamos a prevalência em homens vacinados para os homens não vacinados, nós não detectamos quaisquer infecções em homens vacinados. Os dados sugerem que a vacina pode ser a redução da prevalência das infecções em cem por cento”, disse Gillison.
Aprovada em 2006 para evitar o câncer cervical em mulheres, e mais tarde de outros canceres, incluindo câncer anal em homens, o estigma negativo em torno da vacina contra o HPV está sendo usado apenas para prevenir infecções sexualmente transmitidas e não câncer, significou que ganhar a aceitação e sensibilização tem sido lento. Ator Michael Douglas levantou a questão publicamente há vários anos, quando culpou o seu câncer.
Sexo oral tem sido considerado como o principal fator de risco para a aquisição de uma infecção por HPV na boca ou na garganta, segundo Gillison. No entanto, ela explicou que o sexo oral não dá câncer. A infecção em casos raros pode evoluir para o câncer ao longo de muitos anos.
De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, 63 por cento das meninas adolescentes e 50% dos meninos adolescentes começaram com a série de vacinas contra o HPV nos EUA, há uma estimativa de 3.200 novos casos de cânceres orofaríngeos associados ao HPV diagnosticados em mulheres e cerca de 13.200 diagnosticados em homens de cada ano.
Os resultados do estudo, sob o título de “O impacto da profilaxia de papilomavírus humano (HPV) a vacinação em infecções de HPV oral entre os jovens adultos nos Estados Unidos”, será apresentado no encontro anual na American Society of Clinical Oncology’s 2017, que será em Chicago a partir de 2 a 6 de junho. O estudo recebeu financiamento do National Institute of Dental and Craniofacial Research of the National Institutes of Health.